ENTENDA O CONFLITO ENTRE JUDEUS E PALESTINOS
A luta entre os
dois povos é o principal fator de instabilidade no Oriente Médio
É um país fundado em 1948 para abrigar os
judeus que até então não tinham um território próprio.
São os povos árabes da região que também
abriga Israel.
Os árabes não aceitaram a decisão da ONU
de dividir a região, que até 1948 era possessão britânica, para a formação de
dois países: um palestino e o outro judeu.
É um conglomerado de grupos que lutam
pela formação de um Estado palestino. Foi fundado em 1964 e até os anos 80
praticava atentado terrorista.
São áreas destinadas a um Estado Árabe,
segundo a decisão da ONU, que Israel ocupou militarmente depois da Guerra dos
Seis Dias, em 1967.
Em 1987 um levante popular dos palestinos
nos territórios ocupados elevou a tensão para um nível sem precedentes desde
1967. A principal arma dos revoltosos eram pedras aturadas contra alvos judeus.
Negociando secretamente com a OLP na
capital norueguesa, o governo israelense deu início ao processo de paz. A base
do processo é o chamado princípio “terra por paz”, segundo o qual Israel
desocuparia as áreas palestinas em troca do fim da violência.
A Faixa da Gaza e partes da Cisjordânia
já desocupadas por Israel são governadas por lasser Arafat, presidente da
Autoridade Palestina, entidade que não tem estatuto de Estado Independente.
Arafat também é o líder da OLP.
Israelenses e palestinos ainda precisam
negociar o estatuto final da palestna – ou seja, se ela vai ser um Estado
independente -, o destino de Jerusalém – que ambas as partes reivindicam como
capital – e o retorno dos palestinos refugiados desde o início do conflito, em
1948.
Os dois principais são a Jihad Islâmica e o Hamas. Ambos são formados por radicais islâmicos e querem a destruição do Estado de Israel. O Hamas foi fundado durante a Intifada de 1987. Com enorme apoio popular na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, o Hamas também mantém obras assistenciais como escolas e hospitais.